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O café é um produto de grande importância no mercado mundial, apreciado tanto por suas características organolépticas, quanto por seu efeito estimulante. Logo, não é de se surpreender que sua relação com a saúde suscitou desde seu surgimento o interesse ciêntífico.

Enquanto estudos mais antigos voltavam seus olhares apenas para o composto cafeína, com predições negativas acerca da mesma, estudos mais recentes abrangem o enfoque a diversas outras substâncias de sua composição, verificando seus potenciais efeitos benéficos e protetores aos consumidores.

Um grão de café torrado possui cerca de 2000 compostos químicos, variando conforme a espécie da planta, além do tipo de processamento ao qual o grão é sujeito (via seca ou úmida), torra, moagem e até mesmo o método de preparo da bebida (filtrado, espresso etc) e o seu volume.

Desse modo, os efeitos da bebida dependerão da qualidade e da quantidade dessas substâncias, além da individualidade fisiológica de cada pessoa, visto que aí entram fatores genéticos, hábitos alimentares, estilo de vida e até mesmo a quantidade consumida da bebida – um consumo moderado se enquadra entre 3 a 4 doses diárias, ou seja, de 150 a 300 mg de cafeína/dia.